Este blog foi criado com o propósito de contar a história de galáxias que entram no campo gravitacional uma da outra e acabarão por se tornar uma. Não havia a pretensão de contar essa história de maneira linear e tampouco havia a intenção de contar detalhes da intimidade desses seres extraordinários.
Mas existe um detalhe importante e que é chegado o momento de falar a respeito. Tudo na natureza busca a unidade. É algo natural e que os seres humanos tem a oportunidade de fazê-lo de forma consciente. Para dar um exemplo mais concreto do que entendemos por unidade, podemos pensar no corpo humano: células de naturezas distintas formam órgãos, que se organizam em sistemas, que harmonizados conformam uma unidade que é um homem ou uma mulher.
As galáxias também podem ser entendidas assim. Bilhões de estrelas se harmonizam, criando uma unidade... uma galáxia.
É preciso considerar outro aspecto de fundamental importância: Tudo na natureza tem seu tempo, está marcado no tempo e no espaço. Nós somos assim. Quando nos propomos a algo, definimos um prazo, uma data limite. Quando marcamos um encontro, precisa ficar claro onde e quando.
As Pequenas Galáxias se tornarão uma, no que diz respeito à Lei dos homens, no dia 29 de maio de 2010.
E esse é o começo de mais uma etapa na nossa viagem...
Red Hot Chili Peppers – Road Trippin'
A história (e o futuro) desse encontro de proporções astronômicas em textos e imagens. Ou, em outras palavras, um ponto de encontro para todos os que, de alguma forma, participam dessa saga.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
A Realidade
Eu nunca havia sonhado com uma serpente, uma estrela, uma galáxia...
Eu não achei que essas coisas fossem reais... Pensei que só existissem em sonhos dos que têm a cabeça nas nuvens.
Mas, como não é difícil pagar a língua, uma explosão fez surgir um novo ciclo, um novo Manvântara, e eu reconheci minha serpente, minha estrela, minha galáxia no meio de uma série de expectativas.
Desde então eu trabalho, incessantemente, para que essas marcas fiquem gravadas em mim, em minha Alma, de uma maneira indelével. Eu preciso fazer o possível para não me esquecer, para não deixar esse Amor se ir e se desfazer nas ruas enegrecidas pela ignorância humana.
A cada manhã, a cada raio de sol que ultrapassa a branca cortina do quarto, eu abro os olhos e lembro "minha vida vale a pena". Ela vale a pena porque é real e é perfeita. Tenho uma trilha pela qual caminhar, um objetivo a atingir e uma Galáxia com uma órbita concêntrica à minha, que dança no mesmo ritmo e é aquecida pelo mesmo Sol.
Depois de isso tudo, eu descobri que a realidade é um sonho e que os sonhos são realidade. Tudo isso a partir de um lampejo, de uma faísca de fogo que saiu do coração de uma pequena serpente.
Eu não achei que essas coisas fossem reais... Pensei que só existissem em sonhos dos que têm a cabeça nas nuvens.
Mas, como não é difícil pagar a língua, uma explosão fez surgir um novo ciclo, um novo Manvântara, e eu reconheci minha serpente, minha estrela, minha galáxia no meio de uma série de expectativas.
Desde então eu trabalho, incessantemente, para que essas marcas fiquem gravadas em mim, em minha Alma, de uma maneira indelével. Eu preciso fazer o possível para não me esquecer, para não deixar esse Amor se ir e se desfazer nas ruas enegrecidas pela ignorância humana.
A cada manhã, a cada raio de sol que ultrapassa a branca cortina do quarto, eu abro os olhos e lembro "minha vida vale a pena". Ela vale a pena porque é real e é perfeita. Tenho uma trilha pela qual caminhar, um objetivo a atingir e uma Galáxia com uma órbita concêntrica à minha, que dança no mesmo ritmo e é aquecida pelo mesmo Sol.
Depois de isso tudo, eu descobri que a realidade é um sonho e que os sonhos são realidade. Tudo isso a partir de um lampejo, de uma faísca de fogo que saiu do coração de uma pequena serpente.
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